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Homem diz que alertou polícia sobre atirador em comício antes de tiro, diz testemunha

Segundo relato de Greg Smith a um repórter da BBC, a polícia pareceu confusa e não respondeu imediatamente ao aviso

Redação G1 / Don Carlos Leal
14/07/2024 08h54 - Atualizado em 14/07/2024 às 08h54
Homem diz que alertou polícia sobre atirador em comício antes de tiro, diz testemunha
Testemunha fala à BBC sobre ter visto atirador. Foto: Reprodução
Uma testemunha disse à BBC que viu o atirador do comício de Donald Trump subir no telhado de um prédio e que alertou os policiais próximos sobre a ameaça. A polícia pareceu confusa e não respondeu imediatamente ao aviso, afirmou. Na sequência, cinco tiros foram disparados, contou a testemunha, Greg Smith.

"O Serviço Secreto explodiu a cabeça dele. Eles subiram no telhado, apontaram as armas para ele, certificaram-se de que ele estava morto, ele estava morto, e foi isso, acabou." De acordo com o Serviço Secreto dos EUA, o atirador disparou várias vezes contra o palco do evento, de um ponto elevado fora do local do comício. Trump foi atingido na orelha.

Além do autor dos disparos, um espectador do comício também morreu no tiroteio, e outras duas pessoas ficaram gravemente feridas. Na madrugada deste domingo (14), o FBI afirmou que Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, é o atirador que tentou assassinar Donald Trump. Crooks foi morto logo após disparar na direção do comício do republicano.

Segundo o FBI, ele vivia no distrito de Bethel Park, na Pensilvânia. A região onde Crooks morava fica a cerca de 70 km de Butler, onde acontecia o comício de Trump. O FBI acredita que o atirador agiu sozinho, mas investiga se outras pessoas participaram do crime.

O jornal "The New York Times" informou que Crooks não tinha registros criminais na Justiça. A polícia recuperou um fuzil AR-15 semiautomático no local do atentado, segundo a Associated Press.

O sistema de votação eleitoral da Pensilvânia aponta que Crooks estava registrado como "republicano". Entretanto, de acordo com a Associated Press, ele fez uma doação de US$ 15 a um comitê progressista que apoia os democratas no dia em que Joe Biden foi empossado presidente, em 2021.

O FBI não forneceu nenhum outro detalhe sobre as investigações ou sobre o atirador e afirmou que as motivações do atentado são desconhecidas.

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FONTE: G1
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