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Nikolas Ferreira anuncia processo contra Lula por fala sobre crime organizado

Deputado reage após presidente afirmar que campanha contra Receita Federal favoreceu o PCC

Gabriella Braz / Junio Silva / Don Carlos Leal
30/08/2025 09h58 - Atualizado há 1 dia
Nikolas Ferreira anuncia processo contra Lula por fala sobre crime organizado
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) anunciou que vai entrar com uma ação judicial contra o presidente Lula (PT) por difamação. - Foto: Reprodução

BRASÍLIA (DF) — O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) anunciou que vai processar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por difamação. A decisão foi tomada após declarações feitas por Lula em entrevista à Rádio Itatiaia, na qual o presidente comentou a megaoperação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) e criticou campanhas de desinformação sobre medidas da Receita Federal.

Durante a entrevista, Lula afirmou que “um deputado fez uma campanha contra as mudanças propostas pela Receita Federal” e que “agora está provado que o que ele estava fazendo era defender o crime organizado”. Embora o presidente não tenha citado nomes, Nikolas se identificou como alvo da declaração e reagiu nas redes sociais.

Parlamentar acusa Lula de difamação
Nikolas classificou a fala como uma “mentira torpe, criminosa e irresponsável”, afirmando que o presidente agiu “dolosamente e sem prova alguma”. O deputado prometeu acionar a Justiça contra Lula e outros que, segundo ele, propagaram acusações semelhantes.

A controvérsia tem origem em janeiro de 2025, quando Nikolas publicou um vídeo nas redes sociais acusando o governo de tentar taxar o Pix. A publicação viralizou, gerando forte repercussão e levando o governo a revogar uma instrução normativa da Receita Federal que ampliava a fiscalização sobre transações financeiras.

Receita aponta impacto das fake news
Segundo o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, as fake news sobre a suposta taxação do Pix prejudicaram a implementação da norma e favoreceram a atuação de grupos criminosos. Barreirinhas afirmou que a desinformação representou “o maior ataque da história” à instituição.

A instrução normativa, que previa o envio de informações à e-Financeira sobre movimentações acima de R$ 5 mil mensais para pessoas físicas, foi revogada após a repercussão negativa. A Receita e a Polícia Federal apontam que o vácuo regulatório permitiu que o PCC utilizasse fintechs para lavar dinheiro por meio de contas de passagem.

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FONTE: CORREIO BRAZILIENSE
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