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Megaoperação mira esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado ao PCC na Faria Lima

Mandados foram cumpridos em 11 endereços que concentram corretoras, fundos de investimento e fintechs em São Paulo

Vinicius Passarelli / Don Carlos Leal
28/08/2025 19h02 - Atualizado há 10 horas
Megaoperação mira esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado ao PCC na Faria Lima
A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em fundos de investimentos, corretoras e outras empresas ligadas ao mercado financeiros, além de escritório. - Foto: Divulgação / Prefeitura de SP

Uma megaoperação deflagrada nesta quinta-feira (28/8) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo (MPSP), teve como alvo ao menos 65 empresas e escritórios localizados na região da avenida Brigadeiro Faria Lima, considerada o principal centro financeiro do país.

A ação cumpriu mandados de busca e apreensão em fundos de investimento, corretoras e fintechs distribuídas em 11 endereços na zona sul da capital paulista, abrangendo áreas como a avenida Rebouças e o entorno do Parque do Ibirapuera. Entre os alvos mais conhecidos estão fundos sob gestão de grupos como Reag, Altinvest, Trustee e Banvox.

Esquema bilionário no setor de combustíveis
Segundo o MPSP, a investigação apura um esquema bilionário de lavagem de dinheiro envolvendo o Primeiro Comando da Capital (PCC). O grupo criminoso teria controle sobre toda a cadeia de combustíveis — da importação à venda ao consumidor final — utilizando empresas do setor financeiro para ocultar patrimônio.

A Receita Federal aponta que os valores eram inseridos no sistema financeiro por meio de fintechs, empresas que oferecem serviços digitais com base em tecnologia. Os criminosos também operavam diversas instituições de pagamento menores, criando uma estrutura de dupla blindagem patrimonial.

Estratégia sofisticada de ocultação
De acordo com os investigadores, o uso de fintechs e fundos de investimento permitia ao grupo criminoso disfarçar a origem ilícita dos recursos. A operação revela como o crime organizado tem se sofisticado ao explorar brechas no sistema financeiro para lavar dinheiro em larga escala.

A investigação segue em andamento e novas fases da operação não estão descartadas.

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FONTE: METRÓPOLES
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