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Qual principal motivação pode representar a queda recorde na aprovação de Lula?

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é reprovado por 55,3% e aprovado por 40,5%, segundo a pesquisa CNT divulgada nesta terça-feira (25)

Marcus Deois / Don Carlos Leal
25/02/2025 14h21 - Atualizado há 1 mês
Qual principal motivação pode representar a queda recorde na aprovação de Lula?
Fonte: Confederação Nacional do Transporte (CNT) / Reprodução
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Pesquisa divulgada na terça-feira (25) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), apontou que a avaliação negativa teve uma alta de 9 pontos percentuais (p.p.) em relação ao último levantamento, publicado em novembro de 2024. A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 23 de fevereiro, com 2.002 entrevistas presenciais, em 137 municípios. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. 

Pesquisa divulgada na terça-feira (25) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), apontou que a avaliação negativa teve uma alta de 9 pontos percentuais (p.p.) em relação ao último levantamento, publicado em novembro de 2024. A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 23 de fevereiro, com 2.002 entrevistas presenciais, em 137 municípios. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. Na pesquisa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é reprovado por 55,3% e aprovado por 40,5%. A queda acentuada da popularidade do governo Lula, apontada na mais recente pesquisa de satisfação do Datafolha, pode ser explicada por uma série de fatores correlatos. Entre eles, destacam-se a grave crise na comunicação institucional e os desafios na articulação política. Além disso, pudemos perceber que o aumento do preço dos alimentos, o câmbio descontrolado, a ausência no lançamento de novas marcas e a polêmica do PIX corroeram o já escasso otimismo que a população nutria com o governo federal. Um dos principais desafios que tem tirado o sono do presidente Lula e que interferem na sua popularidade é a política econômica. Embora haja um discurso de que "a economia vai bem", a insatisfação da população sugere uma desconexão entre os indicadores macroeconômicos e os efeitos reais no dia a dia da população. O nó que precisa ser desatado passa pelo complexo equilíbrio entre a necessidade de destravar o crescimento da economia do país e a presença de uma estrutura regulatória e tributária que garanta o aumento na arrecadação sem despertar resistência e hostilidade por parte da oposição. Uma reforma ministerial na atual conjuntura política não interessa a quase nenhum partido político. O governo federal perdeu uma das mais fortes e tradicionais contrapartidas no tabuleiro do presidencialismo de coalizão. Exemplos como a taxação dos super-ricos e a controvérsia em torno da pesquisa e exploração de petróleo na Margem Equatorial ilustram essa dinâmica. Nesse contexto, o governo encontra-se estagnado e sem nenhuma perspectiva positiva para impor uma agenda tanto arrecadatória quanto política a 20 meses das eleições, o que deve impactar nos índices de popularidade de Lula.

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FONTE: GDP
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