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Governos Lula e Tarcísio disputam protagonismo em megaoperações contra fraudes no setor de combustíveis

Cotados para disputar as eleições em 2026, o ministro Fernando Haddad e o secretário de SP Guilherme Derrite participaram de anúncios

Artur Rodrigues / Don Carlos Leal
28/08/2025 19h02 - Atualizado há 13 horas
Governos Lula e Tarcísio disputam protagonismo em megaoperações contra fraudes no setor de combustíveis
Luiz Inácio Lula da Silva ao lado de Tarcísio de Freitas. - Foto: Reprodução

Em um cenário marcado por investigações de grande repercussão, os governos federal e paulista protagonizaram nesta quinta-feira (28) uma disputa por visibilidade política durante o anúncio de três operações simultâneas contra esquemas bilionários de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis.

As ações, que envolvem conexões com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e instituições financeiras da Faria Lima, mobilizaram figuras de destaque das gestões Lula (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), ambos com nomes cotados para a corrida presidencial de 2026.

Operações em Brasília e São Paulo miram o “andar de cima” do crime organizado
Na esfera federal, as operações Quasar e Tank foram conduzidas pela Polícia Federal e Receita Federal, com apoio do Ministério da Justiça. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), participou da coletiva em Brasília e destacou o alcance das investigações: “Essa operação é exemplar porque conseguiu chegar na cobertura do sistema, no andar de cima. Isso não é obra do acaso, é decisão política”, afirmou.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou, classificando a ação como “a maior resposta do Estado brasileiro ao crime organizado de nossa história até aqui”.

Tarcísio reforça discurso de enfrentamento ao crime em São Paulo
Em São Paulo, a operação foi liderada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público estadual, com apoio de centenas de agentes da Polícia Militar. A ação mirou 350 alvos e contou com a presença dos secretários Guilherme Derrite (Segurança Pública) e Samuel Kinoshita (Fazenda). Derrite, recém-filiado ao PP e também cotado para disputar o Senado ou o governo paulista em 2026, afirmou que a operação foi planejada para cumprir mandados de busca e apreensão, sem prisões.

O governador Tarcísio de Freitas utilizou suas redes sociais para reforçar o combate à atuação criminosa no setor de combustíveis: “Aqui em São Paulo o crime organizado não vai ter vez”, declarou em vídeo.

Agenda positiva e projeções eleitorais
A presença de Haddad e Derrite nas coletivas evidencia a tentativa de capitalizar politicamente as ações de segurança pública e combate à corrupção. Com a aproximação das eleições de 2026, os dois governos buscam consolidar uma imagem de eficiência e firmeza diante da criminalidade, enquanto disputam espaço no debate público e na preferência do eleitorado.

As operações desta quinta-feira não apenas revelam a complexidade das redes criminosas no setor de combustíveis, como também escancaram o tabuleiro político em que segurança pública e protagonismo institucional se entrelaçam.

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FONTE: METRÓPOLES
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