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Brasil terá a menor tarifa aplicada por Trump, de 10%. Confira a lista por país

Exportações brasileiras para o mercado americano serão tarifadas pelo menor patamar, assim como produtos da Cingapura e do Reino Unido.

Bloomberg / Don Carlos Leal
02/04/2025 08h15 - Atualizado há 1 dia
Brasil terá a menor tarifa aplicada por Trump, de 10%. Confira a lista por país
Trump carrega placa gigante que mostra tarifas impostas aos produtos de outros países. - Foto: Reprodução / CNN
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta tarde o que chama de "tarifas recíprocas" a serem aplicadas a todas as importações que entram no mercado americano. Ele apresentou uma enorme placa com a lista de países, a tarifa que estas nações supostamente aplicam aos produtos americanos e o quanto os EUA passarão a cobrar desses parceiros a partir da meia-noite desta quinta-feira.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta tarde o que chama de "tarifas recíprocas" a serem aplicadas a todas as importações que entram no mercado americano. Ele apresentou uma enorme placa com a lista de países, a tarifa que estas nações supostamente aplicam aos produtos americanos e o quanto os EUA passarão a cobrar desses parceiros a partir da meia-noite desta quinta-feira.

O Brasil aparece na lista dos países com a menor tarifa a ser cobrada, de 10%. Este será o patamar mínimo, disse Trump. Assim como o Brasil, outros países que ficarão com os 10% são Reino Unido e Cingapura. A tarifa aplicada à Argentina foi de 15%. 

Veja a lista:
Camboja - 49%
Vietnã - 46%
Tailândia - 36%
China - 34%
Taiwan - 32%
Suíça - 31%
Coreia do Sul - 25%
Japão - 24%
Malásia - 24%
União Europeia - 20%
Argentina - 15%
Reino Unido - 10%
Brasil - 10%

Entenda os critérios
Na tabela apresentada por Trump, os países são listados de acordo com o que essas economias praticam de barreiras comerciais aos EUA. O governo Trump considerou um conjunto de critérios: a diferença entre a tarifa de importação aplicada pelos EUA e pelo parceiro em questão, os impostos internos no país e, ainda, barreiras não-tarifárias.

O critério do governo americano foi sobretaxar em metade do que seria o nível de proteção. Mas é um critério amplamente criticado por especialistas, ao confundir imposto interno com tarifa. Além disso, é muito difícil mensurar em termos quantitativos barreiras não-tarifárias, como as que exigem certificação de origem para fins ambientais e de proteção de propriedade intelectual.

O Brasil aparece com nível de proteção de 10%. Por isso, receberá uma sobretaxa de 10%, que é o patamar mínimo definido pelo decreto de Trump.

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FONTE: O GLOBO
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