A primeira crise política no clã Bolsonaro após a prisão de Jair Bolsonaro (PL) trouxe protagonismo para Michelle Bolsonaro. Criticada por enteados ao rejeitar apoio do PL ao ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) no Ceará, a presidente do PL Mulher saiu fortalecida da reunião convocada pela cúpula do partido.
Ao final do encontro, que contou com Valdemar Costa Neto, Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho e André Fernandes, a legenda decidiu suspender o acordo e reavaliar sua estratégia no estado.
Segundo apuração, Michelle condicionou qualquer aproximação a gestos explícitos de Ciro Gomes em favor de Bolsonaro e da família, incluindo retratação pública. Em carta divulgada após o episódio, porém, ela reforçou não haver hipótese de apoiar o ex-ministro, que já fez duras críticas ao ex-presidente.
A postura firme da ex-primeira-dama foi interpretada como defesa intransigente de Bolsonaro e ampliou seu apoio nas redes sociais. Flávio Bolsonaro, apontado como porta-voz do pai, buscou conciliação e afirmou que divergências serão tratadas em conjunto daqui em diante.
Michelle é vista como ativo político junto a mulheres e evangélicos, mas enfrenta resistência interna por atuar de forma isolada. O recado dado nesta semana, contudo, é que ela não pretende ser coadjuvante nem no clã Bolsonaro nem no PL.
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