Recentemente o STJ decidiu que pais que se recusaram a vacinar os filhos contra Covid-19 podem ser multados
A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre multar pais que se recusam a vacinar seus filhos contra a Covid-19 tem implicações importantes. Embora o caso específico tenha ocorrido no Paraná, as decisões do STJ criam precedentes que podem ser aplicados em todo o Brasil. Isso significa que outros estados podem adotar a mesma interpretação jurídica, especialmente em situações semelhantes. Em Santa Catarina e outros estados, a aplicação dessa decisão dependerá de como os tribunais locais interpretam o precedente do STJ. Além disso, decretos municipais ou estaduais podem influenciar a obrigatoriedade da vacinação e as penalidades para o descumprimento. A decisão pode impactar famílias imediatamente, especialmente em locais onde a vacinação é obrigatória para matrícula escolar ou outras atividades. Pais que não vacinarem seus filhos podem enfrentar multas ou outras sanções, como a perda de benefícios sociais ou restrições administrativas. Prós e contras da decisão - Prós: protege a saúde pública ao incentivar a vacinação, reduzindo a disseminação de doenças; garante o direito à saúde das crianças, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e promove a responsabilidade coletiva e o bem-estar social. Contras: pode gerar resistência ou desconfiança em relação às políticas públicas de saúde; afeta a autonomia dos pais em decisões sobre seus filhos e pode criar conflitos em famílias que têm preocupações legítimas sobre efeitos adversos das vacinas.
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