A defesa de Bolsonaro argumenta que o pedido de tornozeleira não tem sentido e que ele não tem intenção de fugir do Brasil
O pedido do deputado federal Paulo Pimenta à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o ex-presidente Jair Bolsonaro use uma tornozeleira eletrônica pode ter consequências legais. Se a PGR aceitar o pedido e o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar o uso da tornozeleira, Bolsonaro será monitorado eletronicamente, o que restringirá sua liberdade de movimento e poderá impactar sua capacidade de se deslocar livremente. Além disso, essa medida cautelar pode ser vista como uma forma de garantir que ele não fuja do país enquanto responde às acusações de tentativa de golpe de Estado e organização criminosa. A defesa de Bolsonaro argumenta que o pedido tem um viés político e que ele não tem intenção de fugir do Brasil. No entanto, se o STF considerar que há risco de fuga, a imposição da tornozeleira eletrônica pode ser considerada uma medida proporcional e necessária para garantir a aplicação da lei penal. Bolsonaro recuou de sua declaração de que "cagava para a prisão" e admitiu que exagerou ao fazer essa afirmação. Ele explicou que, às vezes, as pessoas exageram para mostrar que são de carne e osso e que a verdade vem nesses momentos. A declaração original foi feita em um evento do Partido Liberal (PL), onde Bolsonaro ironizou a possibilidade de ser preso após a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) por uma suposta tentativa de golpe de Estado. A mudança de tom pode ser vista como uma tentativa de suavizar a situação e evitar mais controvérsias, especialmente considerando as graves acusações que enfrenta. Além disso, ele também defendeu a anistia para os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro e criticou a decisão que o tornou inelegível. Embora não haja uma confirmação oficial de que o recuo de Bolsonaro tenha relação direta com o pedido de tornozeleira eletrônica feito por Paulo Pimenta à PGR, é possível que a mudança de tom tenha sido influenciada pelo contexto das acusações e das medidas cautelares em discussão.
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