O chip neural é implantado cirurgicamente no cérebro de um paciente. Ele contém eletrodos ou sensores que podem registrar a atividade elétrica dos neurônios
A interface cérebro-computador (ICC), é um dispositivo eletrônico projetado para se conectar diretamente ao cérebro humano. O chip atua como uma ponte entre o cérebro e dispositivos eletrônicos, como computadores, smartphones ou próteses, permitindo que os sinais cerebrais sejam interpretados e traduzidos em comandos para controlar esses dispositivos. O chip pode ajudar pessoas com deficiências motoras a controlar dispositivos usando seus pensamentos. Por exemplo, pacientes tetraplégicos podem mover um cursor na tela ou digitar em um teclado virtual. Além do controle de dispositivos, os chips cerebrais têm o potencial de tratar doenças neurológicas, como Parkinson, epilepsia e depressão. Os chips também são usados em pesquisas para entender melhor o cérebro e desenvolver terapias mais eficazes. A cirurgia de implante é invasiva e envolve riscos. A segurança cibernética é uma preocupação, pois os chips podem ser vulneráveis a ataques. Questões éticas e de privacidade surgem quando se lida com dados cerebrais. Em resumo, os chips neurais representam uma fronteira emocionante na interface entre a mente humana e a tecnologia, mas também levantam questões importantes sobre segurança, privacidade e uso responsável. Embora a tecnologia seja promissora em termos de tratamento de doenças neurológicas e melhoria da qualidade de vida, também apresenta desafios significativos.